Avançar para o conteúdo principal

Corpos espirituais: as 7 dimensões do ser humano que nem todos conhecem

Corpos espirituais: as 7 dimensões do ser humano que nem todos conhecem

A existência dos corpos espirituais é desconhecida ainda por muita gente. Há quem considere apenas o plano físico e há também que admita a crença na alma. Entretanto, mais elementos fazem parte dessa equação e os seus contornos não devem ser assim simplificados. Para compreender o ser humano completamente, é preciso admitir toda a sua plenitude.

Os corpos espirituais são conhecidos apenas como corpos, níveis mentais, dimensões psíquicas ou consciências. Todas essas expressões se referem à mesma coisa. Os corpos acompanham-nos durante toda a vida e, apesar de trabalharem em conjunto, funcionam em dimensões diferentes. Povos como os hindus, egípcios e hebreus já falavam sobre essa divisão e, atualmente, algumas linhas do Ocultismo seguem o pensamento.

Entendendo os 7 corpos espirituais

A primeira coisa que precisamos saber sobre os corpos espirituais é que eles são 7. Além do corpo físico e da alma, que são mais difundidos, existem outros 5 níveis. Eles são de fundamental importância, pois, entre outros motivos, a nossa matéria não suportaria a quantidade poderosa de energia do espírito diretamente. As dimensões que ficam entre as duas funcionam como uma espécie de filtro e evitam a ebulição do ser.
Os 7 corpos espirituais são os seguintes:

Corpo físico: É basicamente aquele que conseguimos ver, a matéria e tudo o que ela integra: órgãos, tecidos, células, sistemas. Ele serve para receber todas as outras informações e a energia que recebemos de um plano superior, é a roupa que vestimos nessa encarnação. Como tal, deve ser aceito por nós, cuidado, alimentado, apesar da sua condição temporária. Por ser visível e palpável, é o único dos corpos espirituais estudado pela Ciência.

Corpo etérico ou duplo etérico: Nós não o vemos, mas sentimos. Ele é formado pela aura, chakras e nadis (veios que levam a energia aos chakras) e é considerado bioeletromagnético. Por ser constituído de muita energia, tem uma aparência luminosa e que pode variar do laranja ao azul. A sua ruptura pode comprometer a sobrevivência e a saúde do ser em questão. Enquanto o corpo físico renova-se, esta mantém-se igual durante toda a vida.

Corpo astral: Aquilo que muitos reconhecem como alma é, na verdade, o nosso corpo astral. De todos, é o único que muda de aparência conforme viaja energeticamente pelos planos. É bastante sensível e isso explica o fato de ser ele o responsável por aquilo que sentimos e desejamos. Durante o sono, deixamos o corpo físico e viajamos com o corpo astral, mas, quando não há uma consciência e evolução sobre isso, lembramos apenas de partes do que aconteceu e acreditamos que foi um sonho.

Corpo mental: É basicamente constituído pela nossa mente, que não é a mesma coisa que o cérebro. A mente organiza os pensamentos e esses manifestam-se através do cérebro. O objetivo da iluminação e racionalização do ser é controlar esse corpo e submetê-la à sua vontade.

Corpo casual: Também conhecido como corpo mental superior ou abstrato, é uma espécie de reservatório das nossas memórias de todas as vidas. É a fonte dos nossos desejos, da intuição e da imaginação. Está intimamente ligado à individualidade.

Corpo Búdico: O Buddhi ou corpo cósmico não tem ligação com o tempo. Dentre os corpos espirituais, é neste que está a verdadeira sabedoria. Está muito distante do nosso poder de compreensão e do plano físico, por isso ainda é pouco conhecido.

Corpo átmico: É o plano mais elevado do ser humano, o seu espírito, a consciência mais pura. Pode ser também chamado de Atman, Espírito de Essência, Eu Cósmico, Eu Divino. É composto basicamente de luz, o nosso Deus Interno.




Fonte: https://www.wemystic.com.br/corpos-espirituais-as-7-dimensoes-do-ser-humano-que-nem-todos-conhecem/


Comentários

Mensagens populares deste blogue

JN12 — Um Método Oracular para o Tempo Presente

Num tempo em que a informação se multiplica, mas a compreensão profunda escasseia, o Método Oracular JN12 nasce como uma resposta madura, ética e contemporânea à necessidade humana de orientação. Não se trata de mais um sistema divinatório, nem de uma promessa de respostas fáceis. O JN12 é um método de leitura, reflexão e alinhamento, criado para quem procura clareza interior, lucidez emocional e uma visão mais integrada do seu próprio percurso. O que é o JN12? O JN12 é um método oracular estruturado em doze eixos fundamentais que espelham as grandes dinâmicas da experiência humana: identidade, desejo, limites, relações, propósito, sombra, vocação, ciclos, entre outras dimensões essenciais.   Cada consulta articula estes eixos de forma rigorosa, permitindo que a pessoa veja o seu momento de vida com profundidade, nuance e sentido. Não é um oráculo “de adivinhação”. É um instrumento de leitura simbólica, capaz de revelar padrões, tensões, potenciais e caminhos de in...

A Jornada Alquímica: Os Quatro Estágios da Transformação Espiritual

A alquimia, uma antiga prática esotérica, oferece um caminho simbólico para a transformação espiritual. Os alquimistas acreditavam que, assim como os metais básicos podem ser transformados em ouro, também a alma humana pode passar por um processo de purificação e iluminação . A jornada alquímica é dividida em quatro estágios distintos, conhecidos como os Quatro Estados da Alquimia: - Nigredo (Morte Espiritual):  Este estágio representa o início da jornada, onde enfrentamos nossos medos e sombras. É um período de purificação e dissolução, onde deixamos para trás velhos padrões e crenças que nos impedem de crescer. - Albedo (Purificação):  À medida que avançamos, entramos no estágio de purificação. Aqui, eliminamos as impurezas e alcançamos um estado de equilíbrio e harmonia. É um momento de clareza e compreensão, onde vemos o mundo com novos olhos. - Citrinitas (Despertar):  O terceiro estágio é o despertar. Ganhamos consciência de nosso potencial e começamos a integrar...

O MAPA DO INVISÍVEL: Uma Cartografia da Alma Humana segundo David R. Hawkins

Desde o alvorecer da razão, a humanidade debate-se numa orfandade trágica, cindida entre duas verdades que, durante séculos, se recusaram a tocar: a precisão fria da ciência clínica e o fogo indomável do espírito místico. Caminhámos coxos pela história fora: senhores da matéria, mas analfabetos da alma. Hoje, trago-vos uma proposta de reconciliação. Não se trata de uma crença, mas de uma calibração. Falo-vos do "Mapa da Consciência", uma obra monumental do psiquiatra Dr. David R. Hawkins (1927–2012), que ousou medir o imensurável: a luminosidade da alma humana. A Matemática da Alma A premissa de Hawkins é assombrosa na sua simplicidade: o corpo humano não é apenas uma máquina biológica, mas um ressoador de verdade infalível. Num universo onde tudo é energia, o nosso sistema nervoso actua como um sismógrafo moral, capaz de distinguir, através de testes cinesiológicos (musculares), aquilo que sustenta a vida daquilo que a consome. Hawkins criou uma escala logarítmic...