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A mostrar mensagens com a etiqueta escravidão

Somos todos irmãos: igualdade e fraternidade entre os povos

No sentido espiritual, somos todos iguais perante Deus, independentemente da raça, cor ou habilidades. Todos somos filhos da divindade e, portanto, temos uma essência divina que nos torna iguais. Não há uma raça humana superior ou inferior perante a lei divina. Essa igualdade espiritual é a base para uma compreensão mais profunda sobre a fraternidade universal. As desigualdades observadas entre as raças são resultado de fatores históricos, sociais e ambientais, e não de uma suposta "inferioridade natural" de uma determinada raça. Cada ser humano possui o potencial igual para progredir moral e intelectualmente, mesmo que caminhem em ritmos diferentes, de acordo com suas condições e necessidades evolutivas. O Espiritismo ensina que as relações de "dependência" entre os povos, quando baseadas no poder de alguns sobre outros, vão contra os princípios de justiça e fraternidade universal pregados por Jesus. Essa visão coloca em xeque qualquer tipo de subordinação que se j...

Escravidão, novidade ou costume!

A escravidão é uma prática que, infelizmente, acompanha a humanidade desde os seus primórdios. É a sujeição absoluta de um homem a outro, uma condição que viola os mais sagrados princípios de justiça e amor que regem a fraternidade universal. Segundo os ensinamentos da Doutrina Espírita, todo ser humano é um espírito imortal com direito inalienável à liberdade e ao progresso. Nenhum homem pode, legitimamente, ser propriedade de outro, uma vez que todos são iguais perante a lei divina do mérito, fruto das próprias ações e esforços. A escravidão, seja ela qual for, encontra a sua punição na lei de causa e efeito que rege o mundo invisível. Quem priva um irmão da liberdade, mediante a força ou outros artifícios, terá de encontrar mais cedo ou mais tarde a liberdade que negou, para assim corrigir o mal-feito. Portanto, não há homem por "natureza" destinado à servidão. Isso decorre de circunstâncias históricas temporárias, fruto do egoísmo e da ignorância, que um dia serão c...

Escravidão, herança cultural

Aqueles que se beneficiam da escravidão, por mais que possam justificar-se com alegações de adaptação a costumes sociais, não estão isentos de censura moral, por diversas razões: Em primeiro lugar, todo ser humano possui uma essência espiritual divina que o iguala, independentemente de sua raça ou condição. Privar nosso irmão de sua liberdade é uma grave violação dos mais elementares princípios de fraternidade e justiça, que permeiam a base da Doutrina Espírita. Em segundo lugar, nenhum costume social, por mais amplamente aceite que seja, pode legitimar uma prática intrinsecamente injusta. Muitas crueldades foram justificadas por convenções antigas, mas isso não as torna corretas ou aceitáveis à luz da moral universal. Ademais, é importante destacar que aquele que se beneficia da escravidão alheia, cedo ou tarde, terá de reparar o malfeito, conforme a lei de causa e efeito que rege o mundo espiritual. Apenas a compaixão e o serviço desinteressado poderão trazer a redenção e o pro...