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Destruição Renovação. considerações sobre as perguntas 728 e 728a de O Livro dos Espiritos

Numa reflexão sobre as questões 728 e 728a de “O Livro dos Espíritos”, onde é abordado o tema da destruição renovação, apraz-nos dizer que a destruição é um bem necessário para que possa acontecer a renovação.

Aquilo a que chamamos destruição, não é mais que um processo de transformação renovação com o objetivo último de melhoramento das seres.

O capítulo VI de “O Livro dos Espíritos” vem justificar a necessidade de que tudo se destrua, como condição para que tudo se renove e se regenere. A transformação só acontece com a destruição do antigo.

Se tomarmos como exemplo e observarmos o processo de transformação por que passa um grão de milho quando é plantado, compreendemos esta lei.

Um grão de milho nunca perde a sua essência, apenas deixa a sua casca antiga, que o envolvia, transformando-se num pé de milho que dará várias espigas com muitos outros grãos de milho, onde todo o processo se renova e volta a acontecer.

Mas, o mesmo também acontece com todos os animais. Assim, quando um animal nasce, ganha vida para crescer, quando respira pela primeira vez, o sopro de vida.

Cresce e se reproduz, tendo vários descendentes, que iniciaram processos semelhantes; quando deixa a carcaça que o envolve e transporta o espirito durante a estadia neste plano, liberta todo o ar armazenado e dá a ultima expiração, o ultimo suspiro. Então todo o processo se ira repetir.

Mas poderemos encurtar o lapso de tempo! Se o que nos dá vida é o inspirar o ar e a ultima tarefa que fazemos é libertar o ar inspirado, então nós nos renovamos a todas as respirações, iniciando e finalizando todo o processo vezes sem conta.

Morremos e nascemos a todos os minutos. Renovamo-nos e transformamo-nos a todos os segundos.




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