Hoje refletiremos sobre a questão 870 do Livro dos Espíritos, que aborda a revelação do futuro em algumas circunstâncias.
De facto, é
sabia a vontade divina em manter oculto o curso dos acontecimentos, para que
sigamos em liberdade rumo à perfeição. Contudo, na sua infinita bondade, Deus por
vezes concede vislumbres do porvir, sempre com um sublime propósito.
Além disso,
conhecer o destino traz mais responsabilidade para moldá-lo, como ferramenta do
progresso. Pois quem recebe um aviso celeste compreende melhor como influir
para derivar de crises futuras para algo construtivo. Basta lembrar como Noé
soube guiar a humanidade após o dilúvio, graças à premonição recebida.
Por fim, a
revelação renova a esperança. Se Deus desvenda um vislumbre de dias melhores
por vir, é sinal de que nosso esforço de melhoria não é em vão. Pelo contrário,
Ele quer estimular o nosso trabalho em benefício dos outros, através da certeza
de que o triunfo final do bem está assegurado.
Portanto,
irmãos, não vejamos a premonição como mera curiosidade, e sim como dádiva que
nos chama à consciência plena do nosso papel. Com fé no destino traçado por
mãos mais sábias, e sigamos em frente!
Conhecer
o destino traz-nos mais responsabilidade para moldá-lo.

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