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O sentimento dominante no momento da morte: entre a dúvida, o medo e a esperança


No contexto da questão 961, somos convidados a refletir sobre o sentimento que domina a maioria dos homens no momento da morte. O Espiritismo oferece-nos uma perspetiva única e esclarecedora sobre este tema, convidando-nos a superar a dúvida e o medo, cultivando a esperança na continuidade da vida para além da sepultura.

No momento da morte, é comum que a maioria dos homens seja dominado pela dúvida e pelo medo. A incerteza sobre o que acontecerá após a morte e a consciência dos erros cometidos ao longo da vida podem gerar ansiedade e medo diante do desconhecido. No entanto, é importante entender que esses sentimentos são o resultado de uma falta de conhecimento e uma visão limitada da realidade espiritual.

A Doutrina Espírita ensina-nos que a morte não é o fim, mas apenas uma passagem para uma nova etapa da existência. A vida continua para além da sepultura e, portanto, não há razão para temer ou duvidar do futuro. A morte é apenas uma libertação do corpo físico, permitindo que o espírito retome sua verdadeira condição de ser imortal.

Diante desse entendimento, o espiritismo convida-nos a cultivar a esperança e a confiança no processo de evolução espiritual. A vida além do túmulo é uma oportunidade de aprendizagem, redenção e progresso, onde cada um colherá os frutos de suas ações e terá a oportunidade de melhorar moral e intelectualmente.

É importante notar que a esperança não deve ser confundida com uma atitude passiva ou ingênua. A esperança espírita baseia-se no conhecimento da justiça divina e na compreensão de que cada um é responsável por suas escolhas e ações. A esperança inspira-nos a buscar a transformação interior, a fazer o bem e a viver de acordo com os ensinamentos de amor e fraternidade deixados por Jesus.

Portanto, no momento da morte, a maioria dos homens é tomado pela dúvida e pelo medo. No entanto, a Doutrina Espírita convida-nos a superar esses sentimentos, cultivando a esperança e a confiança na continuidade da vida além da sepultura. Que possamos entender que a morte não é uma conclusão, mas sim um portal para a eternidade, onde a evolução e a alegria são alcançáveis para todos os que buscam o bem e a verdade.


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