Não podemos falar de Justiça sem antes verificar a lei que rege todos os seres do universo: a lei natural, estabelecida pelo Nosso Criador com infinita sabedoria. Quando analisarmos a questão 876, veremos que fora da lei humana, imperfeita porque é obra dos homens, existem bases eternas que equilibram as almas em sua jornada evolutiva.
A
primeira dessas bases é a lei de causa e efeito, também chamada de lei de ação
e reação. Dizendo-nos que cada ação gera uma reação correspondente, e que
sempre colhemos o que semeamos, para nosso próprio aprendizado. Assim, o sofrimento não é castigo,
mas uma consequência natural das nossas ações, que nos permite refletir e
seguir em frente.
Outra base é
a reencarnação, através da qual trabalhamos nossas imperfeições durante novas
vidas, sob novas circunstâncias, para limpar as falhas e melhorar a alma.
Ninguém pode escapar das consequências de seus atos passados, mas a cada encarnação
temos novas oportunidades de nos levantar.
E,
finalmente, o amor incondicional de Deus, manifestado na sua justiça perfeita e
misericordiosa. Apesar de nossas falhas, Ele nunca nos abandona e, através do
sofrimento moralizante e da reencarnação, nos conduz em uma espiral ascendente
em direção à perfeição.
Esta é a
verdadeira Justiça, que encontramos não nas leis dos homens, mas na lei natural
estabelecida por Nosso Pai.
Que possamos compreendê-lo na sua infinita sabedoria!

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