No entanto, como acontece com qualquer inclinação natural, o
desejo de possuir precisa ser harmonizado pela razão espiritualizada. Quando
esse desejo se transforma numa ânsia por riquezas além do essencial, torna-se
uma fonte de sofrimento e desequilíbrio, afastando-nos dos verdadeiros
propósitos da vida.
É fundamental que cultivemos o contentamento com o
necessário, desapegando-nos dos bens materiais que despertam inveja, ganância e
paixões negativas. O exemplo do Mestre Jesus sempre nos ensinou que a maior
riqueza reside na paz de espírito e no amor ao próximo.
Ao procurarmos moderar sabiamente nossos anseios e compartilhar generosamente o que nos sobra, estaremos cumprindo o desígnio da Providência Divina de evoluir moralmente por meio dessa provação terrena, cada vez mais alinhados com a Lei do progresso e a Fraternidade universal.
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