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Parkinson, um desafio.


O Parkinson é um desafio.

A doença de Parkinson pode ser um desafio, mas há várias coisas que podem ajudar a atenuar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Este é um dos aspetos mais importantes, e também o mais negligenciado, das terapias: alternativas que abrangem todas as técnicas que são ou não legisladas pelo parlamento em Portugal. Assim, podemos enumerar várias técnicas alternativas e holísticas sem estarem amarradas a interesses, sem condicionamento por dogmas ou formatadas e normalizadas pela alopatia. É importante que o cliente se sinta confortável com o terapeuta e o método. Estas terapias complementam com cuidado e suavidade o tratamento convencional. Elas podem melhorar consideravelmente a qualidade de vida se inseridas com equilíbrio e apoio médico, mas nunca esquecendo de lembrar a importância de sempre consultar um neurologista para acompanhamento médico. Estas sugestões visam trazer algum alívio aos sintomas:

- Infusões relaxantes, como camomila, erva-cidreira ou valeriana, antes de dormir para ajudar a reduzir o tremor noturno.

- Óleo essencial de lavanda por inalação, 3 gotas em um difusor, antes de atividades estressantes ou para relaxar antes de dormir.

- Acupuntura também pode ajudar com sintomas como rigidez e tremor.

- Acupuntura vibracional utiliza ferramentas que emitem frequências benéficas, estimulando os meridianos de forma sutil e sem agulhas.

- Florais, como rescue remedy, mimulus ou aspen, para ansiedade ou dúvidas existenciais. Além das indicadas acima, outras, como a azeitona, a castanha vermelha ou a ameixa de cereja, podem ajudar com questões emocionais subjacentes.

- Reiki ou imposição de mãos: ajudam a desbloquear bloqueios de energia e promover o fluxo natural, aliviando os sintomas.

- Cromoterapia: a luz em determinadas frequências ativa processos celulares e regenerativos. Pode melhorar o humor também. Quando se trata de cromoterapia, existem vários protocolos que podem ser benéficos para aliviar os sintomas de Parkinson:

  - Luz vermelha: 10 minutos, 2-3 vezes na semana. Estimula o fluxo sanguíneo e reduz a rigidez/dor muscular.

  - Luz azul (640nm): 10 minutos, diariamente. Melhora o humor e a cognição, aumentando a produção de dopamina.

  - Luz amarela (590nm): 10 minutos, diariamente. Estimula o sistema nervoso autónomo, trazendo uma sensação de bem-estar.

  - Luz verde (530nm): 10 minutos, 3 vezes na semana. Ajuda a reduzir os tremores e aumentar a flexibilidade do corpo.

  - Luz laranja/dourada (combina vermelho + amarelo): 10 minutos, 2 vezes na semana. Alivia a ansiedade e promove o relaxamento muscular. Pode ser associada à musicoterapia ou meditação para potenciar os benefícios. Em geral, a cromoterapia requer 4-6 semanas de uso para ter um efeito. Monitorize a resposta e descanse os olhos se desenvolverem sensibilidade ou dor de cabeça.

- Musicoterapia: certos sons, ritmos e vibrações musicais influenciam positivamente o sistema nervoso e físico. A musicoterapia com cromoterapia pode potencializar muito os benefícios para quem lida com Parkinson, atuando de forma sinérgica nos aspetos físicos, mentais e emocionais. Cognitivamente, estimula áreas cerebrais ligadas ao som e à visão, além de promover a liberação de dopamina. Fisicamente, a música e as cores podem regular a frequência cardíaca, a pressão arterial e a respiração de forma relaxante. Emocionalmente, proporciona bem-estar e alívio do stress através das vibrações acedidas pelos sentidos. Aumenta a flexibilidade corporal e a fluidez dos movimentos quando se move a um ritmo. Melhora o humor e a capacidade de concentração, reduzindo a ansiedade ou depressão. Protocolos integrativos que combinam luzes com música acelerada ou cores e sons relaxantes podem trazer um alívio significativo dos sintomas multifatoriais do Parkinson.

 - Yoga ou meditação: elevam a vibração corporal e mental, trazendo alívio e consciência do momento presente.

Em termos de suplementação:

- Mucuna: Sobre a Mucuna pruriens, um resumo de suas possíveis indicações e cuidados necessários para alguém com Parkinson:

  - Contém L-dopa naturalmente, precursor do neurotransmissor dopamina, por isso pode ajudar com os sintomas motores.

  - A dose inicial recomendada é de 150-300mg por dia, dividir em 2-3 doses. Pode aumentar gradualmente após 2 semanas, se necessário.

  - Tal como a levodopa, existe um risco de interação com inibidores da MAO e amantadina. Pode ser necessário ajustar as doses destes medicamentos em conjunto.

  - Também pode potenciar os efeitos da levodopa convencional se utilizada em conjunto. Monitorize os sintomas e comunique ao médico.

  - Efeitos colaterais em doses elevadas incluem náuseas, vômitos, diarreia. Comece com uma dose baixa e aumente gradualmente.

  - Não recomendo o uso sem avaliação médica, principalmente se a pessoa já usa outros remédios para Parkinson.

  - Monitorize os sinais vitais e comunique sintomas inesperados ao profissional de saúde. Existe um risco em caso de insuficiência renal ou hepática.

- Coenzima Q10 pode ajudar com sintomas energéticos e motores. A dose recomendada de coenzima Q10 para alguém com Parkinson é geralmente 100 a 200 mg por dia, tomado em duas doses. Alguns fatores importantes a considerar incluem:

  - A CoQ10 é geralmente bem tolerada, mas pode ocasionalmente causar náuseas ligeiras ou diarreia. Neste caso, é aconselhável diminuir a dose temporariamente ou tomá-lo com alimentos.

  - Como a CoQ10 atua como antioxidante, é melhor tomar com refeições que contenham gorduras, pois assimila melhor dessa forma.

  - Algumas pessoas relatam melhora gradual na dose inicial de 100 mg, mas para outros o benefício máximo é alcançado apenas na dose mais alta de 200 mg.

  - A dose pode ser aumentada lentamente após algumas semanas, se necessário, sob supervisão, para avaliar as respostas e quaisquer efeitos secundários. Existem alguns medicamentos para Parkinson que podem interagir com a Coenzima Q10, por isso é importante sempre consultar o seu neurologista. Algumas interações potenciais incluem:

    - Levodopa: A CoQ10 pode aumentar os níveis de levodopa no sangue, inibindo certas enzimas hepáticas. Isto pode causar efeitos secundários da levodopa.

    - Inibidores da MAO: A CoQ10 pode reduzir a necessidade desses fármacos ou potenciar seus efeitos, necessitando de ajuste posológico.

    - Amantadina: Existe o risco de sobreposição de efeitos adversos neurológicos e gastrointestinais.

    - Antidepressivos ISRS: Pode haver interferência com a metabolização pelo aumento dos níveis no sangue.

    - Anticoagulantes: A CoQ10 tem propriedades antitrombolíticas e pode potencializar o efeito dos remédios fluidificantes do sangue. Portanto, é importante que a pessoa comunique ao médico se pretende tomar suplementos de CoQ10. Pode ser necessário ajustar as dosagens de remédios de uso contínuo ou fazer exames de sangue periódicos para monitorar os níveis.

Outras opções naturais que podem ajudar incluem:

- Magnésio e ômega 3 para relaxamento muscular.

- Probióticos para equilibrar a flora intestinal e o bem-estar geral.

- Vitamina D e C para o sistema imunitário.

- Extrato de melissa (erva-cidreira): tem propriedades relaxantes e pode melhorar sintomas motores leves.

- Extrato de Bacopa monnieri: ajuda a controlar o movimento, a rigidez e o tremor.

- Boswellia serrata: pode reduzir a inflamação e a rigidez associadas à doença.

- Cúrcuma, com seu composto curcumina, atua no sistema antioxidante e anti-inflamatório.

- Ginkgo biloba: melhora o fluxo sanguíneo para o cérebro e reduz os tremores e a rigidez.

- Óleo essencial de hortelã-pimenta: alivia dores musculares e dores de cabeça associadas. Atividade física suave, como yoga, tai chi ou caminhadas, também é recomendada. Uma dieta saudável com muitos vegetais também é importante. Dê preferência à qualidade dos nutrientes, não apenas à quantidade, dando prioridade aos produtos biológicos.

Há pesquisas científicas indicando a eficácia potencial de algumas dessas opções naturais no tratamento da doença de Parkinson, embora mais estudos sejam necessários:

- Extrato de Mucuna pruriens: estudos têm demonstrado melhorias nos sintomas motores e redução na dosagem de medicamentos convencionais.

- Curcumina: meta-análises apontaram sua capacidade de melhorar os sintomas motores e não motores, com baixo risco de efeitos colaterais.

- Ginkgo biloba: ensaios clínicos duplo-cegos mostraram melhora no tremor em comparação com placebo.

- Óleo de coco: reduz os sinais inflamatórios no cérebro de forma semelhante à levodopa.

- Boswellia serrata: estudos em modelos animais indicaram alívio da rigidez e inchaço cerebral.

- Melissa: em testes preliminares, mostrou melhorias cognitivas e de humor após 8 semanas. No entanto, é necessária mais investigação em ensaios controlados a longo prazo para validar conclusivamente as suas aplicações terapêuticas na doença de Parkinson. Sempre combinados com o tratamento convencional e sob avaliação de especialistas, podem ser adjuvantes promissores.

Há também um aspeto mais esotérico que pode ir mais ao encontro do cliente e tem propostas. O esoterismo é um campo vasto e diversificado que engloba uma variedade de crenças, práticas e tradições. Embora algumas tradições esotéricas possam atribuir certos significados simbólicos ou espirituais a condições de saúde específicas, como o Parkinson, é importante lembrar que essas interpretações não são baseadas em evidências científicas e não devem substituir o tratamento médico convencional. Embora eu não possa fornecer uma explicação esotérica específica para o Parkinson, posso enumerar algumas tradições esotéricas que podem ver as doenças como manifestações de desequilíbrios emocionais, espirituais ou energéticos. Neste contexto, a cura esotérica pode envolver a restauração do equilíbrio através de práticas como meditação, visualização, cura energética, uso de cristais, ervas, entre outras.

Quanto à Wicca, uma tradição religiosa moderna baseada em crenças e práticas pagãs e ocultas, não existem práticas específicas prescritas para aliviar o Parkinson. No entanto, alguns Wiccanos podem sugerir práticas gerais de cura e bem-estar que podem complementar (mas não substituir) o tratamento médico. Eis alguns exemplos:

1. Meditação e visualização: estas práticas são frequentemente usadas na Wicca e outras tradições esotéricas para promover relaxamento, bem-estar e cura. A ideia é que, ao visualizar a cura, você pode ajudar a trazer esse estado de ser para a realidade.

2. Ervas e cristais: em algumas tradições Wiccanas, acredita-se que certos tipos de ervas e cristais tenham propriedades curativas. Por exemplo, a ametista é frequentemente usada para promover a calma e o equilíbrio, enquanto ervas como camomila e lavanda são conhecidas por suas propriedades calmantes.

3. Rituais de cura: alguns Wiccanos podem realizar rituais de cura ou feitiços para apoiar a saúde e o bem-estar. Estes podem incluir a invocação de divindades, a manipulação de símbolos sagrados ou o uso de elementos naturais, como velas, pedras e ervas.

Lembre-se, no entanto, que a eficácia destas práticas não está cientificamente comprovada e nunca devem ser utilizadas como substituto do tratamento médico convencional. É importante trabalhar com profissionais de saúde qualificados para gerir condições médicas como a doença de Parkinson.

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