Segundo o
Espiritismo, os espíritos são criados simples e ignorantes, e evoluem através
de inúmeras encarnações, adquirindo conhecimento e moralidade. Durante esse
processo, os espíritos podem encarnar tanto como homens, como mulheres,
vivenciando diferentes papéis e responsabilidades em cada existência. Essa
variabilidade de experiências visa favorecer o aprendizado e a evolução do
espírito, promover a igualdade entre homens e mulheres, considerando que ambos
têm papéis importantes na sociedade e na evolução espiritual.
Nesse
sentido, as funções atribuídas à mulher pela natureza, como a maternidade, são
tão valiosas quanto as funções atribuídas ao homem. A maternidade, por exemplo,
é uma tarefa crucial para a formação e educação moral e intelectual dos filhos,
e, portanto, contribui significativamente para a evolução espiritual da
humanidade.
A doutrina
espírita também enfatiza que as diferenças entre homens e mulheres são
complementares e necessárias para a harmonia e equilíbrio do mundo. Dessa
forma, não se deve hierarquizar essas diferenças, mas valorizar e respeitar o
papel de cada um na sociedade e na vida espiritual.
Além disso,
é importante lembrar que a doutrina espírita prega a reencarnação, ou seja, os
espíritos encarnam diversas vezes em corpos diferentes, alternando entre
gêneros, raças e culturas. Isso significa que, em diferentes encarnações, um
espírito pode vivenciar tanto experiências femininas quanto masculinas,
enriquecendo sua compreensão sobre os desafios e responsabilidades de cada
gênero.
Portanto,
segundo a doutrina espírita, as funções a que a mulher está destinada pela
natureza possuem uma importância tão grande quanto as atribuídas ao homem,
sendo essenciais para a evolução e harmonia do mundo material e espiritual.
Reconhecer e respeitar essa igualdade de importância é fundamental para o
progresso moral e intelectual da humanidade.

Comentários
Enviar um comentário