A questão da felicidade é uma das mais antigas e debatidas pela humanidade. O que é a felicidade? Como consegui-lo? Essas perguntas têm sido feitas por filósofos, religiosos, psicólogos e pessoas comuns ao longo dos séculos.
O
Espiritismo oferece-nos uma perspetiva única sobre a felicidade. Segundo o
Espiritismo, a felicidade é um estado de bem-estar físico, mental e espiritual.
É a sensação de realização e dever cumprido que sentimos quando estamos em
harmonia connosco mesmos, com os outros e com o mundo.
O
Espiritismo também nos ensina que a felicidade não é um estado permanente. É
relativa e depende de vários fatores, como a nossa saúde, as nossas relações
interpessoais, a nossa situação financeira e o contexto social em que vivemos.
Portanto,
a felicidade relativa é possível na Terra, mas depende do esforço individual e
da transformação social. Para alcançar a felicidade relativa, precisamos
cuidar da nossa saúde física e mental, cultivar relacionamentos saudáveis,
trabalhar para melhorar a nossa situação financeira e lutar por uma sociedade
mais justa e fraterna.
O
Espiritismo também nos ensina que a felicidade relativa não é o objetivo último
da vida. O objetivo final da vida é a evolução espiritual. A evolução
espiritual é um processo de aprendizagem e crescimento que nos leva a
tornarmo-nos pessoas melhores e mais felizes.
À medida que
evoluímos espiritualmente, aprendemos a superar o egoísmo, a desenvolver o amor
e a caridade, e sobretudo a viver em harmonia com as leis divinas. Isso leva-nos
a uma felicidade mais profunda e duradoura que não depende de circunstâncias
externas.
Portanto, a
felicidade relativa é possível na Terra, mas é apenas um passo no caminho da
evolução espiritual. O objetivo final da vida é a felicidade absoluta, que só
pode ser alcançada através da evolução espiritual.

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