O "destino de morte". Muitas vezes, nos deparamos com pessoas que parecem expostas a perigos sucessivos, como se uma sombria fatalidade rondasse seus passos. Porém, segundo a sublime sabedoria dos Espíritos superiores, jamais podemos considerar isso como um "destino de morte".
De facto, as
aparências podem enganar, e nada ocorre sem uma finalidade sábia na Economia
Divina. Cada prova traz consigo recursos preciosos para o aprendizado e
progresso da alma. Quando a Destinação divina ainda não chegou para um
espírito, nem todos os males conjurados contra ele terão poder de abreviar sua
existência corpórea. Ao contrário, contribuirão para sedimentar suas virtudes e
expandir sua capacidade de sofrimento.
Portanto, ao
invés de "fatalidade", devemos compreender tais fatos sob a ótica da
evolução espiritual - pois tudo serve ao mais alto propósito do desenvolvimento
moral. Compete ao homem extrair do cálice de cada prova o ensinamento latente,
fortalecendo sua fé e sua resignação diante dos desígnios da Providência.
Assim,
podemos concluir que não devemos considerar qualquer acontecimento como
fatalidade ou mera casualidade. Busquemos antes discernir, na luz da razão
elevada pela fé, o propósito sábio que a Sabedoria Infinita preside em todos os
eventos. Pois assim somente nos tornaremos dignos protagonistas de nosso
destino.
"Compete ao homem extrair do cálice de cada prova o ensinamento latente, fortalecendo sua fé e sua resignação diante dos desígnios da Providência".

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