Algumas reflexões sobre um assunto que nos convida a uma profunda reflexão sobre a natureza do tempo e o sentido da vida terrena.
A duração da vida corporal está intimamente ligada ao destino do espírito, às necessidades de seu desenvolvimento moral e à missão que deve cumprir nessa ou noutra existência. Não se trata, portanto, de um jogo de fato, mas sim de uma questão sagrada e sublime que deve ser levada a sério.
Os espíritos
superiores, na sua infinita sabedoria, determinam com precisão a duração da
existência de cada espírito, levando em conta o seu grau de evolução, as lições
que necessita aprender e os recursos de que carece para o seu progresso. Nada é
aleatório ou casual.
Aos olhos de
Deus, que vê simultaneamente o passado, o presente e o futuro, não há
"longas" ou "curtas" existências. O que conta é a utilidade
moral que cada uma representa para a evolução da alma. Portanto, cabe-nos
acatar resignadamente os desígnios da Providência, extraindo das vicissitudes
da vida terrena o proveito máximo para nosso estado espiritual, por mais
agitadas ou efêmeras que tais existências possam parecer segundo a estreita
visão humana.
Tudo é
relativo sob o influxo da Infinita Sabedoria. A duração nada importa se o
esforço é bem aproveitado e a paz do dever cumprido ilumina nossa passagem pelo
mundo material. Com isso, podemos concluir que devemos aproveitar cada momento
de nossas vidas terrenas para aprender e evoluir, sempre com a consciência de
que estamos sob a proteção amorosa dos Espíritos Superiores.
Cabe-nos acatar resignadamente os desígnios da Providência, extraindo das vicissitudes da vida terrena o proveito máximo para nosso estado espiritual.

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