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Mensagens

Cortar Cordões Energéticos

Nem todas as pessoas com quem nos ligamos são saudáveis para estarmos próximos. Muitas vezes só percebemos o quão nociva ou disfuncional é uma relação depois de já termos investido emocionalmente nela. Isto pode tornar difícil afastarmo-nos de pessoas por quem sentimos algo, mas sabemos que não devemos manter por perto. A nossa mente diz-nos racionalmente uma coisa, enquanto o coração e as emoções nos dizem algo totalmente diferente, o que nos pode manter magneticamente ligados. Sempre que criamos um vínculo com alguém, formam-se cordões de ligação (laços energéticos) que vão do nosso chakra do Coração para o chakra do Coração da outra pessoa, ou do plexo solar para o plexo solar, já que este é o chakra diretamente relacionado com as nossas emoções. A investigação científica demonstrou que os nossos pensamentos, atitudes e emoções emitem um campo energético poderoso que outras pessoas conseguem sentir, ligando-nos energeticamente aos que nos rodeiam. Quando os cordões se formam, temos ...

As 5 feridas da infância e o seu impacto no organismo.

As feridas emocionais que sofremos na infância refletem-se na nossa postura, forma de andar e peso corporal. Reconhecê-los é o primeiro passo para os curar. Ferida da Humilhação, como se manifesta; Postura curvada, com as costas curvadas. Ombros caídos e cabeça inclinada para baixo. Nádegas encolhidas. Causa; Desenvolve-se quando uma pessoa é envergonhada, criticada ou ridicularizada na infância. Pode levá-lo a sentir que não é suficiente ou que merece ser punido. Como curar isso; Trabalhar a autoestima e a autoaceitação. Pratique afirmações positivas e autocompaixão. Procure apoio terapêutico para libertar a vergonha acumulada. Aprenda a estabelecer limites e a valorizar a sua própria voz. Ferida do Abandono, como se manifesta; Excesso de peso sem causa aparente. Dificuldade em perder peso mesmo com dieta e exercício. Sensação de vazio que se tenta preencher com comida. Causa; É gerada quando uma pessoa se sentiu emocional ou fisicamente abandonada na infância. Pode vir de...

E se a entidade que canaliza… for apenas a sua sombra disfarçada de luz?

Já parou para questionar quem está realmente a falar quando diz que canaliza uma entidade espiritual?   Será mesmo um mentor elevado, um guia iluminado…   Ou será a sua própria dor, bem vestida, mascarada de sabedoria, a falar com voz suave, mas intenção confusa?   Este é o lado obscuro da canalização que ninguém quer enfrentar.   Porque é reconfortante acreditar que fomos escolhidos.   É bonito dizer que somos canais.   Mas é brutal admitir que podemos estar apenas a ouvir os nossos próprios gritos reprimidos, traumas não curados ou vozes internas que nunca foram validadas — e que agora se apresentam como “espíritos superiores”.   Carl Jung já alertava:   •“ Aquilo que nega em si mesmo, manifesta-se no exterior como destino. ” Na espiritualidade, isto ganha uma camada ainda mais perigosa:   •a sombra apresenta-se como entidade. - Reprimiu a sua raiva? Ela pode surgir como um “guia gue...

O Tempo da Justiça Divina: A Lei que orienta os Destinos Espirituais

Na questão 1003, somos convidados a refletir sobre se a duração dos sofrimentos do culpado, na vida futura, é arbitrária ou está subordinada a alguma lei.   Entendemos que a justiça divina é regida por leis imutáveis e perfeitas, que garantem harmonia e equilíbrio no universo. Allan Kardec ensina-nos, nesta questão 1003, que " a duração dos sofrimentos futuros é sempre proporcional à gravidade das faltas e à resistência para se corrigir ". Ou seja, os sofrimentos dos culpados não são impostos arbitrariamente, mas conformam-se às leis divinas de causa e efeito, de ação e reação.   Assim, a duração dos sofrimentos na vida futura não é um castigo vingativo, mas sim uma oportunidade de aprendizagem e regeneração para a alma culpada. Cada ser é responsável pelos seus atos e colhe os frutos de acordo com o que semeou, dentro da justiça e misericórdia divinas.   Devemos entender que a justiça divina é expressão de amor e sabedoria infinita, que orienta os destinos espirituais de...

Arrependimento e redenção: a luz que ilumina o caminho além da morte

Na pergunta 1002, somos convidados a refletir sobre o que deve ser feito por aqueles que, no momento da morte, reconhecem a suas falhas, mas não têm tempo para repará-las. Basta arrepender-se?   Dentro da sabedoria espírita, entendemos que o arrependimento sincero é um passo fundamental no processo de redenção espiritual, mesmo diante das limitações da morte física. Allan Kardec ensina-nos, em "O Evangelho Segundo o Espiritismo", que " a morte do corpo não aniquila a personalidade, nem transforma instantaneamente o mal em bem, nem o ignorante em sábio. O espírito conserva a sua individualidade, com todas as qualidades e todos os defeitos que tinha na Terra. "   Assim, no momento da passagem para o plano espiritual, o reconhecimento das faltas e o arrependimento sincero são essenciais para iniciar o processo de regeneração. A alma que verdadeiramente se arrepende e busca a luz do conhecimento e do amor, encontra a oportunidade de evoluir e se redimir, mesmo que não ...

O Emprego Útil dos Bens: Mérito na Transição para a Vida Espiritual

Nesta pergunta, questão 1001 de "O Livro dos Espíritos", somos convidados a refletir sobre a importância de assegurar, na vida, um uso útil dos bens que temos e se isso traz mérito na transição para a vida espiritual.   Dentro da visão espírita, entendemos que as riquezas materiais que nos foram confiadas não são apenas um fim em si mesmas, mas um meio para o nosso crescimento espiritual e para ajudar os outros. Allan Kardec ensina-nos, em "O Evangelho Segundo o Espiritismo", capítulo XVI, item 13, que " o homem é apenas o depositár io dos bens que possui e terá que prestar contas do uso que deles fez ".   Assim, ao assegurar um uso útil dos bens que possuímos, não estamos apenas a cumprir uma responsabilidade moral, mas também a contribuir para o nosso próprio progresso espiritual. O mérito não está apenas em acumular riqueza, mas em usá-la conscientemente, generosa e beneficamente para o bem comum e para o nosso próprio aperfeiçoamento interior.   Pode...

A Conquista de Lisboa e a Integração Religiosa na Reconquista Cristã

A conquista de Lisboa aos mouros em 1147 foi um marco significativo na história de Portugal e da Reconquista Cristã da Península Ibérica. Liderada por D. Afonso Henriques, com o apoio crucial dos Cruzados que se dirigiam para a Terra Santa, a cidade foi cercada e tomada após quatro meses de intensos combates¹². O cerco começou em 1 de julho de 1147 e culminou na capitulação dos defensores muçulmanos a 20 de outubro do mesmo ano¹. A vitória não só consolidou o domínio cristão sobre uma das cidades mais importantes da região, mas também marcou o início de uma nova era de integração e convivência entre diferentes credos religiosos. Após a conquista, D. Afonso Henriques e os seus sucessores adotaram uma política de relativa tolerância religiosa. Muçulmanos e judeus que habitavam Lisboa foram autorizados a permanecer na cidade, desde que aceitassem a soberania cristã e pagassem um tributo. Esta abordagem pragmática permitiu a coexistência de comunidades religiosas diversas, cont...